Conheça o Projeto Polvo do Amor desenvolvido no HRT - Prefeitura de Tefé

Conheça o Projeto Polvo do Amor desenvolvido no HRT

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O Projeto Octo, surgido na Dinamarca em 2013, confecciona e doa polvos de crochê para bebês prematuros em Unidades de Tratamento Intensivo neonatais. No Brasil, o projeto chamou-se de ‘Polvo do Amor’. E por que um polvo? Porque o polvo tem vários “braços” para abraçar o bebê. Por se tratarem de polvos de crochê, os tentáculos são macios e ideais para serem agarrados e assim evitam que o bebê puxe os fios e sondas.

Esse projeto está sendo desenvolvido por um grupo de mulheres e mães dentro do Hospital Regional de Tefé – HRT. O polvinho transmite calma, proteção e amor ao recém-nascido.

O Hospital Regional de Tefé, através da diretora Marivone Barroso,  aceitou implantar o Projeto Octo Brasil, através de  hoje o conheço melhor e entendo como ele faz um bem sem igual aos prematuros. Ele conforta esses bebês deixando a sensação de estarem sempre acompanhados, o que os acalma e até ajuda no tratamento.

Esse projeto chegou até o conhecimento das amigas através da Enfermeira Aurélia Tomasco, que por saber da existência do grupo ‘Crochê das Amigas de Selva’, apresentou a ideia e perguntou se o grupo não faria para “seus bebês” da neonatal do Hospital Regional. Elas compraram a ideia na hora!

Assim, o projeto Crochê das Amigas de Selva, formado por mulheres vindas de várias partes do Brasil, de norte a sul, que acompanhando seus maridos militares, chegaram à cidade de Tefé, expandiram e chamaram de ‘Projeto Polvo do Amor’, como também é bastante conhecido.

Ao se conhecerem e com o intuito de estreitar laços, as ‘crocheiras’ formaram um grupo para desenvolver a arte do crochê, mantendo-se unidas como forma de suprir a ausência da família, por hora distante. O projeto não tem nenhum vínculo político ou institucional, mas possui caráter solidário, doando carinho e amor à sociedade tefeense.

“Vi pessoas que não sabiam fazer crochê e fizeram seu primeiro trabalho um amigurumi, como é chamada essa técnica, mostrando como o amor ao próximo não tem barreiras, e foi assim que aconteceu. Nossas professoras fizeram e ensinaram e quem não sabia se esforçou para conseguir. E deu certo. Foi uma experiência ímpar, de troca e de comprometimento. Haviam amigas que iam na minha casa pra eu ver a evolução delas, e seus olhos brilhavam, não era só um trabalho, era amor, amor à alguém que nem conheciam, mas já queriam ver bem.” declarou uma das participantes do projeto.

 

 

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