Banco do Povo deverá aquecer a economia local através de financiamento para micro e pequenos empreendedores - Prefeitura de Tefé

Banco do Povo deverá aquecer a economia local através de financiamento para micro e pequenos empreendedores

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Na última quinta-feira (07), aconteceu na Câmara Municipal de Vereadores de Tefé, a Audiência Pública, que teve como pauta a implementação do Banco do Povo em Tefé, projeto que existe em outros cantos do território nacional e no Estado do Amazonas. O programa Banco do Povo já foi implantado em Maués e seus resultados já podem ser sentido pela população e pelos pequenos empreendedores. A iniciativa nasceu da preocupação da Prefeitura de Tefé em conseguir meios para diversificar a economia local dando mais alternativas ao tefeenses que queiram ter o seu próprio negócio.

As principais questões respondidas durante a Audiência Pública foram sobre o que é o Banco do Povo, qual sua finalidade e como funcionará. As respostas precisas foram dadas pela representante Raquel Chagas. O Banco do Povo é um projeto de microcrédito, que busca beneficiar os pequenos empreendedores, com recursos que são retidos do ISS (Impostos Sobre Serviços), em total de 1,5%, ou seja, não sairá dos cofres da prefeitura, mas sem dúvidas, beneficiará toda a cidade. Diferente dos bancos privados, que buscam o lucro, o Banco do Povo busca o retorno social o que faz com que a burocracia e os juros diminuam, um pedido feito pelo próprio prefeito Normando Bessa, para que o projeto seja aprovado, o que não significando, uma banalização dos créditos, mas que vise atender quem mais precisa.

“É inegável os benefícios que essa conquista trará a nossa cidade e ver a câmara lotada, principalmente dos jovens interessados no projeto, é saber que estamos no caminho correto em trazer uma nova oportunidade no desenvolvimento econômico local, no bem estar social, e independência econômica do tefeense,” comentou o prefeito Normando Bessa de Sá.

O Banco do Povo garantirá linhas de crédito a juro baixo, para quem quer produzir, mas não possui sequer conta em banco e muito menos comprovação de renda. Normalmente a pessoas com alguma experiência profissional, com capacidade empreendedora e que estão fora do mercado formal de trabalho. É o desempregado que virou pedreiro e precisa comprar algumas ferramentas, ou a dona de casa que faz comida para fora e precisa de um fogão industrial. Enfim, dinheiro para quem tem plenas condições de desenvolver uma atividade produtiva e precisa apenas de pequeno investimento.

É o banco do olho no olho, do agente de crédito que visita o empreendimento para constatar a capacidade empreendedora do trabalhador e discutir a melhor forma de pagamento e de aval. Não é aquele banco frio em que um burocrata decide entre quatro paredes, pela crueza dos números, quem pode e quem não pode receber um empréstimo.

Uma cidade que necessita crescer e desenvolver o mercado interno precisa incentivar o empreendedorismo.

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